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O tipo de um recurso define a natureza do que ele mede — quantidades discretas ou valores financeiros — e determina quais modelos de precificação podem ser usados no plano.

Unitário vs Monetário

Mede quantidades discretas — coisas que você conta.Exemplos:
  • Requisições de API (value: 1 por chamada)
  • Tickets resolvidos (value: 1 por ticket)
  • Usuários ativos (value: 150 ao final do dia)
  • GB armazenados (value: 50)
Modelos de precificação disponíveis:
  • Unitário — preço × quantidade (ex: R$ 0,01 por requisição)
  • Pacote — preço por bloco de unidades (ex: R$ 100 por cada 1.000 requisições)
  • Fixo — valor fixo por faixa, independente da quantidade
Exibição: valores são mostrados como quantidades simples (ex: “25.000 requisições”)

Modelo de cobrança

Além do tipo (unitário ou monetário), cada recurso possui um modelo de cobrança que define como o uso é calculado dentro do ciclo:
O valor de uso total do recurso no ciclo é diretamente mapeado nas faixas de preço. É o modelo mais comum.Quando usar: a maioria dos cenários — requisições de API, transações, mensagens, armazenamento acumulado no mês.

Qual tipo escolher?


Reutilização de recursos

Recursos são independentes de planos. Um mesmo recurso pode ser usado em múltiplos planos com precificações diferentes:
  • Plano Starter: Recurso “Requisições de API” → R$ 0,02/unidade
  • Plano Pro: Recurso “Requisições de API” → R$ 0,01/unidade
  • Plano Enterprise: Recurso “Requisições de API” → R$ 0,005/unidade com franquia de 100k inclusa
Reutilizar recursos entre planos garante consistência na medição. A métrica é a mesma — o que muda é apenas o preço aplicado.

Próximos passos

  • Filtragem e agregação — configure filtros e tipos de agregação
  • Planos — associe recursos a modelos de precificação
  • Eventos — entenda como eventos alimentam os recursos